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terça-feira, 26 de agosto de 2014
Cusco - o que você precisa saber
sábado, 5 de julho de 2014
Salar de Uyuni (não morra sem conhecer!)
Conheci mais duas brasileiras agência e isso fez toda a diferença. Era uma turma grande, divida em três carros (4x4, não entendo nada de carro, rsrs) de 6 pessoas. Fomos as três brasileiras e três portugueses, ou seja, tudo em casa! rsrs
A agência foi a Atacama Mística. Indico, mas deixo uma dica: leve umas guloseimas. A comida é simples e não é muito farta e não há absolutamente nada no caminho nem nas paradas, só um lugar pra dormir, mesmo.
| Vulcão pelo caminho |
Saímos do Atacama e paramos um hora depois, ainda no Chile, para tomar um café da manhã. Depois seguimos viagem, ainda numa vã. Paramos um pouco antes da fronteira para trocar de carro e dividir as turmas. Isso tomou um certo tempo.
| Trocando de carro |
Depois, paramos novamente na fronteira com o passaporte em mãos. Parece que a Bolívia estava tentando cobrar propina, mas uma chilena interveio e não tivemos que pagar nada. Seguimos viagem e só paramos novamente para almoçar...num lugar simplesmente inacreditável, segue a foto.
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| Almoçando sentada em frente aos flamingos |
| Você entende essa placa? Nem eu rsrs |
A comida é simples: arroz (eles dão um jeito de esquentar), milho em lata, atum, tomate e frutas. Viajamos o resto do dia, ele vai parando em paisagens maravilhosas para tirarmos foto. À noite, paramos num lugar para dormir. Estava muito frio, o único chuveiro era de água fria e fora das habitações, ou seja, banho foi impossível!
Jantamos todos juntos numa grande mesa, havia vários carros e tinha outra turma em outra daquelas habitações. Tudo era muito simples e não meio do nada. Não havia tomada para carregarmos baterias.. Dormimos os 6 no mesmo quarto. Estávamos todos exaustos.
| Jantar coletivo |
| Nosso quarto |
No dia seguinte também viajamos o dia todo, paramos para comer no meio do nada, vimos paisagens inacreditáveis, e, à noite, dormimos num hotel todo feito de sal (existe um hotel de sal que é o primeiro deles e mais famoso, nesse fomos no dia seguinte). Antes de dormir, tomei um banho gelado (eu realmente precisava!) e jantamos todos juntos, com comida gostosa e vinho! Foi demais!
| Laguna colorada |
| Amo lhamas! |
| Hotel de sal |
No dia seguinte, acordamos cedo. Fomos ver os geiseres, interessante, mas já havia visto no Atacama.
| Madrugando para ir aos geiseres |
Depois fomos finalmente para o Salar de Uyuni, são quilômetros de sal (tanto em extensão, quanto em profundidade), maravilhoso! As fotos falam por si. Infelizmente não havia água no chão, que faria lindos reflexos do céu, mas ainda assim, foi uma das paisagens mais fantásticas que já vi.
Primeiro paramos numa ilha de cactos gigantes, uma paisagem realmente louca!
Depois, fomos para o meio do salar tirar fotos, foi louco!
Depois das fotos, fomos para a cidade de Uyuni, lá os despedimos dos amigos portugueses e fomos para nossa hospedagem, beeeem simples, mas, enfim...aquela coisa comunitária saudável e mochileira. Também conhecemos em Uyuni um cemitério de trens, incrivel! Eu ficaria o dia todo tirando fotos lá...
| Uyuni |
No último dia, voltamos para o Atacama. As amigas brasileiras ficaram em Calama, se não me engano, pois seguiriam viagem. Eu ainda teria mais alguns dias em San Pedro.
Toda a experiência foi muito interessante. A convivência com pessoas diferentes, de várias nacionalidades, a precariedade de recursos como forma proposital para que você valorize o que realmente importa: a oportunidade de vivenciar aquele momento e ver aquelas paisagens únicas, tudo isso foi demais!
Aqui tem uma outra versão da viagem, contada por uma das amigas brasileiras, bem mais irreverente (e picante) que a minha...
sábado, 14 de junho de 2014
Punta del Este
Essa foi uma viagem peculiar. Eu estava tão cansada, que pudesse cancelar o voo sem ter prejuízo, teria cancelado. Me arrastei até o aeroporto e, no fim das contas, foi legal...
Cheguei a Montevideo e procurei o local onde ficavam os ônibus pra Punta. Encontrei mais uma brasileira na mesma situação. A doida da mulher que cuidava da bilheteria me vendeu um bilhete para um ônibus que tinha acabado de sair e não teria outro até o dia seguinte. Para ir de taxi era US$ 120 (isso mesmo, dólares!)...sem chance!
Pensei em trocar minha passagem de volta para aquele momento e voltar para minha cama para dormir o feriado inteiro! Mas, uma uruguaia que morava no Brasil juntou uma turma, comigo e a outra brasileira, e alugamos uma van até Punta, bem a tempo de pegar um lindo pôr-do-sol.
Lá em Punta, fiquei no El Viajero, recomendo, super bem localizado. Foi uma viagem diferente, não fiz muitas amizades, aproveitei para escrever, ler e descansar. Na rua do hostel, comia pizza e empanadas e tomava cerveja.
Andei a cidade toda, horas e horas. A comida é meio ruinzinha, nem peça uma massa achando que vai comer bem, talvez uma pizza seja melhor.
Punta é cheio de lugares badalados, baladas, cassinos (o famoso Conrad), restaurantes lindos...não fui a nada disso, descansei...
A cidade é bonita e limpa, a praia é agradável, dá pra ficar relaxando como eu fiquei ou cair na night. Tem muita gente bonita.
Um dos lugares mais legais é a Casa Pueblo, meio distante da cidade, mas se não tiver alternativa, sempre tem os city tours.
A Casa Pueblo é a casa de um artista, Carlos Paez Villaró, que era pobrezinho e levou muitos anos e todas as suas economias para construir uma casa psicodélica que lembra as construções das Ilhas Gregas. É linda, cheia de arte e vale muito a pena.
O grande lance é ver o pôr-do-sol lá, enquanto você ouve o audio do artista declamando uma poesia que escreveu para o sol, tudo cronometrado para que a poesia acabe com os últimos raios de sol. Essa é minha Punta e não a das baladas ou das mansões (todo mundo que é rico e famoso já passou por lá), onde a casa do caseiro é maior do que a que eu moro em Sampa, nada a ver comigo.
A viagem foi bem legal, mas não voltaria a Punta. Uns dois ou três dias são mais do que suficientes, um feriado.
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